Pessoinhasss!!
Só pra relembrar:
CineBio amanhã no CCBi, praça da Faculdade!!!
Com a temática: "Meio ou meu ambiente?!"
Horários: 13h e 16:30
Local: Sala 09 (bloco novo)
E outra:
-> Quinta às 16h, no CAbio, tbm no CCBi, teremos mais um Pré-ENEB, portanto, você que está interessado em participar de nosso Encontro Nacional, compareça! Tiraremos dúvidas, reservaremos sua vaga no busão e discutiremos sobre a temática do Encontro!
Logo após, às 19h teremos um "BioBAR: volta às aulas", também estão convidadíssimos!!!!
Até lá(res)!
Abraços!!!
Mostrando postagens com marcador Pré-ENEB. Mostrar todas as postagens
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Atenção Calouros e Calouras!!!!
domingo, 1 de agosto de 2010
Estaremos realizando alguns espaços durante essa semana para recepcioná-l@s lá no CCBi,
fiquem espertos e compareçam!!!
Valerá a pena! haha
Segue abaixo a programação:
Para os estudantes da manhã, faremos os espaços de 13:00 às 15:00,
Já para os estudantes da tarde e da noite, os espaços serão das 16:30 às 19:00
Segunda: Recepção e apresentação do Curso e do Centro Acadêmico (Sala do C.A.Bio, próximo à cantina)
Terça: "Ok. Sou universitári@. E agora?!?!" (Sala do C.A.Bio.) - Espaços para conversarmos sobre essa nova etapa em nossas vidas e compreender melhor o que significa ser um(a) estudante universitári@.
Quarta: CineBio: "Meio ou Meu ambiente?!" (Sala 02, próximo ao laboratório de Histologia) - Assistiremos um documentário sobre algumas problemáticas ambientais e logo após faremos uma discussão sobre o mesmo, abordando "o papel d@ sujeit@ biólog@ no olho desse furacão"
Na quinta feira, teremos espaços únicos, para todos os estudantes do curso de biologia da UFAL, que são:
Pré-ENEB (espaço onde discutiremos sobre nosso encontro nacional), às 16h na sala do C.A
e
BioBAR (espaço para confraternização dos estudantes, com venda de bebidas e comidas :]) à partir das 19h
Estaremos aguardando vocês!!!
Sejam bem-vindos e vindas à essa nova jornada!!!
fiquem espertos e compareçam!!!
Valerá a pena! haha
Segue abaixo a programação:
Para os estudantes da manhã, faremos os espaços de 13:00 às 15:00,
Já para os estudantes da tarde e da noite, os espaços serão das 16:30 às 19:00
Segunda: Recepção e apresentação do Curso e do Centro Acadêmico (Sala do C.A.Bio, próximo à cantina)
Terça: "Ok. Sou universitári@. E agora?!?!" (Sala do C.A.Bio.) - Espaços para conversarmos sobre essa nova etapa em nossas vidas e compreender melhor o que significa ser um(a) estudante universitári@.
Quarta: CineBio: "Meio ou Meu ambiente?!" (Sala 02, próximo ao laboratório de Histologia) - Assistiremos um documentário sobre algumas problemáticas ambientais e logo após faremos uma discussão sobre o mesmo, abordando "o papel d@ sujeit@ biólog@ no olho desse furacão"
Na quinta feira, teremos espaços únicos, para todos os estudantes do curso de biologia da UFAL, que são:
Pré-ENEB (espaço onde discutiremos sobre nosso encontro nacional), às 16h na sala do C.A
e
BioBAR (espaço para confraternização dos estudantes, com venda de bebidas e comidas :]) à partir das 19h
Estaremos aguardando vocês!!!
Sejam bem-vindos e vindas à essa nova jornada!!!
Pré-ENEB na Terça dia 20 às 18h!!
sábado, 17 de julho de 2010

ATENÇÃO GALERA!!
O QUE VOCÊ ACHA DE CONHECER MELHOR ASPECTOS DE SUA PROFISSÃO QUE NÃO SÃO DISCUTIDOS EM SALA DE AULA?
QUAL O REAL PAPEL DO BIÓLOGO NESSE MUNDO EM QUE VIVEMOS?
O QUE É AFINAL UM ESTUDANTE DE BIOLOGIA?!
“Animal, bípede, com polegar opositor,telencéfalo altamente desenvolvido e que por gostar muito do boto cor de rosa, querer salvar a Amazonia, produzir clones humanos ou simplesmente não se identificar com nenhuma outra área do conhecimento passou no vestibular para o curso de Ciências Biológicas!”
O nosso Encontro Nacional de Estudantes de Biologia deste ano será em Feira de Santana – BAHIA entre os dias 15 e 21 de agosto e traz o seguinte tema que tá aí pra ajudarnos a responder certas perguntas:
“Complexidades e Contradições no Mundo a se Transformar: a formação do sujeito biólogo no olho do furacão”
Pareceu complicado?
Vamos juntos montar esse quebra-cabeças que, afinal, é imprescindivel ser montado para termos, de fato, uma formação completa!
Onibus 46 lugares: 70 reais por pessoa!
As incrissões etão abertas: 70 reais até o fim do mês!
www.enebio.kinghost.net/eneb2010/
www.quebrandoadormencia.blogspot.com
Ou mande um email: cabioufal@hotmail.com
****** No dia 20/07 às 18h estaremos realizando um Pré-ENEB, na sala do CABio, espaço para tirarmos as duvidas sobre o Encontro e discutir a temática!
Compareçam!!!
Garantam já suas vagas!
Entrem em contato conosco!
Reunião Ordinária C.A.Bio UFAL!
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Olá olá, pessoinhas da biologia!
Como estão?!
Relembramos à vcs que amanhã, terça-feira acontecerá mais uma reunião ordinária do Centro Acadêmico de Biologia da UFAL, às 16:30 no ICBS, sala do CABio.
Relembramos também que toda reunião é aberta aos estudantes e a participação de vcs é de fundamental importância!
Como estamos próximo do nosso Encontro Nacional, iremos pautar nossa organização pra participar dele e discutiremos um texto básico sobre um dos temas à ser abordado.
O texto segue abaixo para quem tiver interesse,
Até amanhã!!
________________________________________________________________________________________________
Mundo do trabalho e formação profissional:
Reordenamento do trabalho e do campo educacional*
(Hajime Takeuchi Nozaki)
Apesar da tentativa de esvaziamento teórico do trabalho enquanto categoria de análise, o mundo do trabalho se mostra um tema central para a compreensão2 do engendramento das forças produtivas, no seio do modo de produção capitalista, em seu atual estágio, as quais determinam, inclusive, outros campos supra-estruturais. “Observando, portanto, o mundo do trabalho, reconhecemos a atualidade, a permanência e a persistência do movimento geral do capital e sua tendência de destruição das forças produtivas, tal como Marx o descreveu” (Taffarel, 1997a, p.864).
Neste ponto, podemos afirmar que a discussão dos anseios do capital, no que diz respeito ao modelo de formação humana para o mundo do trabalho, serve de base para a análise das atuais mudanças no campo educacional brasileiro. Como evidência da importância estratégica do campo educacional para o avanço da força produtiva capitalista, vale lembrar que presenciamos, no Brasil da década de 90, vários ajustes estruturais e políticos (reformas, privatizações), advindos da reestruturação do capital via globalização da economia3. Tais ajustes, orientados pelo Banco Mundial (BIRD) e pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), a serviço do grande capital especulativo e financeiro, canalizam-se, entre outras instâncias, para as reformas na educação (Taffarel, 1997b, 1998; Fonseca, In: Tommasi, Warde, Haddad, 1998; Soares, ibid.; Tommasi, bid.).
Segundo as avaliações de Frigotto (In: Gentili, 1995), tal como nas décadas de 60 e 70 no Brasil, onde a Teoria do Capital Humano, proveniente do modelo de desenvolvimentismo econômico, impôs ideologicamente a centralidade da educação no processo de acumulação do capital, via aumento de produtividade, atualmente, a acumulação flexível4 recoloca a educação naquele mesmo papel, sobretudo a partir do interesse de maximização da exploração do trabalho, conseguida pelas inovações tecnológicas e pelas novas formas na sua base técnica (Bruno, In: Bruno, 1996). Em outra análise, poderíamos ressaltar que o Estado mínimo neoliberal mostra-se minúsculo quando se trata de gerir os recursos públicos para a educação; no entanto mostra-se máximo, forte e centralizado quando diz respeito à condução de suas políticas para a formação do trabalhador (Gentili, In: Silva, Gentili, 1996; Pinheiro, 1997a).
Tendo em vista a extensão da política neoliberal para o plano da educação, bem como a nova investida no que diz respeito à exploração e alienação humana, percebemos, nos dias atuais, a necessidade, por parte do capital, da formação de um novo modelo de trabalhador. O reordenamento do trabalho, causado pela introdução de novas tecnologias operacionais, altera a base técnica da produção, modifica a organização do trabalho e traz a demanda da formação de um trabalhador de novo tipo. Neste contexto, ao contrário do trabalhador do modelo taylorista/fordista (Kuenzer, 1986), executor de tarefas repetitivas e segmentadas, recorre-se à formação para a competitividade: uma formação flexível, abstrata e polivalente (Frigotto, op. cit.). A nova forma de organização do trabalho aponta para uma dinâmica mais participativa, porém ainda sob o jugo da exploração humana, como bem sintetizam as formulações de Lucília Regina de Souza Machado (In: Ferreti, et.al., 1994, p.74):
“O taylorismo e o fordismo, intrinsicamente, apontaram organizações de trabalho autoritárias. As inovações organizacionais subvertem este modelo, trazem formas mais participativas, integradas, grupais, descentralizadas, autônomas, envolventes e flexíveis, mas não significam que sejam, por isso, democráticas, ainda que constituam patamares superiores que favorecem o aperfeiçoamento do trabalho humano”.
A reorganização da base técnica do trabalho traz para a educação a incumbência de formar novas competências do trabalhador. Neste ponto, capacidades tais como abstração, facilidade de trabalho em equipe, comunicabilidade, resolução de problemas, decisão, criatividade, responsabilidade pessoal sob a produção, conhecimentos gerais e técnico- tecnológicos (língua inglesa e informática, por exemplo), entre outras, tornam-se balizadoras do processo educativo para o mundo do trabalho (Bruno, op. cit.; Frigotto, op. cit.; Manfredi, 1998).
Assim sendo, o que observamos no Brasil são políticas de ajustes estruturais com o objetivo de promover esta qualificação, passando por reordenamentos legais no âmbito escolar, como a aprovação da nova Lei de Diretrizes e Bases (Saviani, 1998), e a elaboração de documentos que se tornam balizadores ideológicos, como os Parâmetros Curriculares Nacionais (Palafox, Terra, 1997) e as Diretrizes Curriculares para o Ensino
Superior (Taffarel, op. cit.), entre outros. Em resposta a esta série de ataques, podemos observar a resistência, ou amoldamento, em alguns casos, por parte dos trabalhadores da educação, às políticas neoliberais.
*Fragmento (p. 4 - 6) da tese de doutorado “Educação Física e Reordenamento no Mundo do Trabalho: mediações da regulamentação da profissão” de Hajime Takeuchi Nozaki..
2 Aqui a categoria compreensão está relacionada indissociadamente com a idéia de ação para transformação, ou seja, na perspectiva da filosofia da práxis (Vasquez, 1977).
3 No capítulo primeiro abordaremos as implicações ideológicas da noção de globalização. Por ora, mantemos apenas como referência ao epifenômeno marcante, em nível mundial, do final do século XX.
4 Entre outros nomes, esta também é conhecida como pós-fordismo ou toyotismo.
Como estão?!
Relembramos à vcs que amanhã, terça-feira acontecerá mais uma reunião ordinária do Centro Acadêmico de Biologia da UFAL, às 16:30 no ICBS, sala do CABio.
Relembramos também que toda reunião é aberta aos estudantes e a participação de vcs é de fundamental importância!
Como estamos próximo do nosso Encontro Nacional, iremos pautar nossa organização pra participar dele e discutiremos um texto básico sobre um dos temas à ser abordado.O texto segue abaixo para quem tiver interesse,
Até amanhã!!
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Mundo do trabalho e formação profissional:
Reordenamento do trabalho e do campo educacional*
(Hajime Takeuchi Nozaki)
Apesar da tentativa de esvaziamento teórico do trabalho enquanto categoria de análise, o mundo do trabalho se mostra um tema central para a compreensão2 do engendramento das forças produtivas, no seio do modo de produção capitalista, em seu atual estágio, as quais determinam, inclusive, outros campos supra-estruturais. “Observando, portanto, o mundo do trabalho, reconhecemos a atualidade, a permanência e a persistência do movimento geral do capital e sua tendência de destruição das forças produtivas, tal como Marx o descreveu” (Taffarel, 1997a, p.864).
Neste ponto, podemos afirmar que a discussão dos anseios do capital, no que diz respeito ao modelo de formação humana para o mundo do trabalho, serve de base para a análise das atuais mudanças no campo educacional brasileiro. Como evidência da importância estratégica do campo educacional para o avanço da força produtiva capitalista, vale lembrar que presenciamos, no Brasil da década de 90, vários ajustes estruturais e políticos (reformas, privatizações), advindos da reestruturação do capital via globalização da economia3. Tais ajustes, orientados pelo Banco Mundial (BIRD) e pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), a serviço do grande capital especulativo e financeiro, canalizam-se, entre outras instâncias, para as reformas na educação (Taffarel, 1997b, 1998; Fonseca, In: Tommasi, Warde, Haddad, 1998; Soares, ibid.; Tommasi, bid.).
Segundo as avaliações de Frigotto (In: Gentili, 1995), tal como nas décadas de 60 e 70 no Brasil, onde a Teoria do Capital Humano, proveniente do modelo de desenvolvimentismo econômico, impôs ideologicamente a centralidade da educação no processo de acumulação do capital, via aumento de produtividade, atualmente, a acumulação flexível4 recoloca a educação naquele mesmo papel, sobretudo a partir do interesse de maximização da exploração do trabalho, conseguida pelas inovações tecnológicas e pelas novas formas na sua base técnica (Bruno, In: Bruno, 1996). Em outra análise, poderíamos ressaltar que o Estado mínimo neoliberal mostra-se minúsculo quando se trata de gerir os recursos públicos para a educação; no entanto mostra-se máximo, forte e centralizado quando diz respeito à condução de suas políticas para a formação do trabalhador (Gentili, In: Silva, Gentili, 1996; Pinheiro, 1997a).
Tendo em vista a extensão da política neoliberal para o plano da educação, bem como a nova investida no que diz respeito à exploração e alienação humana, percebemos, nos dias atuais, a necessidade, por parte do capital, da formação de um novo modelo de trabalhador. O reordenamento do trabalho, causado pela introdução de novas tecnologias operacionais, altera a base técnica da produção, modifica a organização do trabalho e traz a demanda da formação de um trabalhador de novo tipo. Neste contexto, ao contrário do trabalhador do modelo taylorista/fordista (Kuenzer, 1986), executor de tarefas repetitivas e segmentadas, recorre-se à formação para a competitividade: uma formação flexível, abstrata e polivalente (Frigotto, op. cit.). A nova forma de organização do trabalho aponta para uma dinâmica mais participativa, porém ainda sob o jugo da exploração humana, como bem sintetizam as formulações de Lucília Regina de Souza Machado (In: Ferreti, et.al., 1994, p.74):
“O taylorismo e o fordismo, intrinsicamente, apontaram organizações de trabalho autoritárias. As inovações organizacionais subvertem este modelo, trazem formas mais participativas, integradas, grupais, descentralizadas, autônomas, envolventes e flexíveis, mas não significam que sejam, por isso, democráticas, ainda que constituam patamares superiores que favorecem o aperfeiçoamento do trabalho humano”.
A reorganização da base técnica do trabalho traz para a educação a incumbência de formar novas competências do trabalhador. Neste ponto, capacidades tais como abstração, facilidade de trabalho em equipe, comunicabilidade, resolução de problemas, decisão, criatividade, responsabilidade pessoal sob a produção, conhecimentos gerais e técnico- tecnológicos (língua inglesa e informática, por exemplo), entre outras, tornam-se balizadoras do processo educativo para o mundo do trabalho (Bruno, op. cit.; Frigotto, op. cit.; Manfredi, 1998).
Assim sendo, o que observamos no Brasil são políticas de ajustes estruturais com o objetivo de promover esta qualificação, passando por reordenamentos legais no âmbito escolar, como a aprovação da nova Lei de Diretrizes e Bases (Saviani, 1998), e a elaboração de documentos que se tornam balizadores ideológicos, como os Parâmetros Curriculares Nacionais (Palafox, Terra, 1997) e as Diretrizes Curriculares para o Ensino
Superior (Taffarel, op. cit.), entre outros. Em resposta a esta série de ataques, podemos observar a resistência, ou amoldamento, em alguns casos, por parte dos trabalhadores da educação, às políticas neoliberais.
*Fragmento (p. 4 - 6) da tese de doutorado “Educação Física e Reordenamento no Mundo do Trabalho: mediações da regulamentação da profissão” de Hajime Takeuchi Nozaki..
2 Aqui a categoria compreensão está relacionada indissociadamente com a idéia de ação para transformação, ou seja, na perspectiva da filosofia da práxis (Vasquez, 1977).
3 No capítulo primeiro abordaremos as implicações ideológicas da noção de globalização. Por ora, mantemos apenas como referência ao epifenômeno marcante, em nível mundial, do final do século XX.
4 Entre outros nomes, esta também é conhecida como pós-fordismo ou toyotismo.
Marcadores:
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Pré-ENEB,
Reunião Ordinária,
Textos
Pré-ENEB's!
domingo, 6 de junho de 2010

Para você, que está interessad@ em participar do Encontro Nacional de Estudantes de Biologia, que acontecerá na cidade de Feira de Santana - BA, preparamos alguns espaços em que possamos nos organizar (ônibus, inscrição, etc) e estudar/discutir textos sobre o tema do encontro, garantindo assim uma melhor participação no mesmo!
Compareça nos Pré-ENEB's, procure o CABio e tire suas dúvidas!!
Vamos pro ENEB conosco!
\õ/
Até lá!
Pré-ENEB na quarta!!
sexta-feira, 4 de junho de 2010

Se você está interessado em participar do Encontro Nacional de Estudantes de Biologia desse ano, participe de nosso primeiro Pré-ENEB!!
Estaremos levando todas as informações sobre o Encontro, preço do ônibus e tudo o mais!
É importante que participe, pois lá iremos ter o nosso primeiro contato e a partir dessa reunião, marcaremos outras para garantir nossa ida e nossa participação efetiva!
O Pré-ENEB se dará nessa quarta-feira, dia 09/06/2010, às 17h, na sala do CABio.
Compareça!!!
Até lá!
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